Relação entre COVID-19 e comer exageradamente

O COVID-19 é uma nova crise de saúde pública que ameaça a humanidade. Começou no final de dezembro de 2019 na China, disseminando rapidamente para muitos países do mundo.

Estudos mostram que o COVID-19 desencadeia situações de estresse com o poder de gerar mudanças no comportamento alimentar.

Alguns problemas desencadeados pelo COVID-19:

1- Ingestão exagerada de alimentos

2- Comprometimento da imunidade

3- Alimentação inadequada

INGESTÃO EXAGERADA DE ALIMENTOS

O estresse devido ao isolamento é o que leva as pessoas terem uma ingestão muito maior de energia. A mudança no hábito alimentar está relacionada a ingestão exagerada de alimentos e como consequência, maior chance em desenvolver obesidade. Doença que ocasiona uma inflamação no organismo que leva ao desenvolvimento de outras doenças como problemas cardíacos, diabetes entre outros.

COMPROMETIMENTO DA IMUNIDADE

É de extrema importância manter uma alimentação balanceada, rica em vegetais, fibras e compostos bioativos para manter o corpo saudável e com a função do sistema imunológico normal.

A resposta imunológica é comprometida quando a nutrição é ruim, favorecendo a infecções. Porém, não existe nutriente ou composto bioativo isolado com comprovação científica capaz de impedir a infecção viral.

Os nutrientes precisam fazer parte da alimentação e assim, aumentar a imunidade inata, parcialmente pela indução de peptídeos antimicrobianos, incluindo a catelicidina e defensinas.

ALIMENTAÇÃO INADEQUADA

O aumento do consumo de uma dieta rica em gordura saturada, carboidratos refinados, álcool, e baixos níveis de fibra, gordura insaturada, micronutrientes e antioxidantes prejudicam significativamente a imunidade, levando a inflamação crônica e prejudicando gravemente a defesa do hospedeiro contra patógenos virais, o que pode representar um risco maior para a patologia grave da COVID-19 em grupos de risco.

Um estudo mostrou que o maior consumo de grãos não refinados, vegetais, frutas, tubérculos, peixe e azeite de oliva foram inversamente relacionados à depressão ou alto grau de ansiedade, enquanto que o maior consumo de alimentos altamente energéticos, com alto teor de gordura foi positivamente associado a maiores sintomas de ansiedade.

Manter uma alimentação saudável e praticar atividade física é prioridade para integridade da SAÚDE FÍSICA e MENTAL.

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